sábado, 28 de julho de 2012

Apresentação

Informações correspondentes ao Projeto Baile Perfumado, realizado a partir de pesquisas sobre as Hidrelétricas de Paulo Afonso e Xingó, além de fatos relacionados ao local em que estão instaladas. Venha conhecer mais! Os links para os textos estão na lateral direita do blog.

BEM VINDO À TERRA DOS ENCANTOS!


 Da esquerda para a direita:

Nadilla Lais     2º A
Thiago Bispo   2º A
Fernanda Barbosa 2º A
Matheus Alves   2º A
Vitória Vidal       2º A
Mariana Ribeiro  2º A


Impactos Ambientais e Hidrelétricas


Os impactos ambientais provocados pela construção de uma usina hidrelétrica como a de Xingó e a de Paulo Afonso são irreversíveis. Apesar das usinas hidrelétricas utilizarem um recurso natural renovável e de custo zero, que é a água, e não poluírem o meio ambiente, alteram a paisagem, geram grandes desmatamentos, provocam prejuízos à fauna e à flora, inundam áreas verdes, além do que muitas famílias são deslocados de suas residências para darem lugar à construção dessa fonte de energia. Durante a construção de uma usina hidrelétrica muitas árvores de madeira de lei são derrubadas e outras são submersas, apodrecendo debaixo da água permitindo a proliferação de mosquitos causadores de doenças. Muitos animais silvestres morrem por não haver a possibilidade de resgatá-los, tudo isso em nome do desenvolvimento e conforto.

Fontes:


Datação de Fósseis


O método usado para datação dos fósseis é chamado de datação radioativa, que se baseia no fenômeno da radioatividade e foi descoberto nos anos quarenta por Willard Libby. A radioatividade faz os átomos perderem partículas (prótons ou nêutrons) na forma de radiação, causando variação no seu número de massa ou no seu número atômico. No caso de fósseis de seres vivos, costuma-se usar o carbono-14 (com sete prótons e sete nêutrons) para fazer a datação. O carbono-14 emite radiação, perdendo dois nêutrons e se transformando em carbono-12. Em 5730 anos, certa quantidade de carbono-14 ficará reduzida à metade, sendo a outra metade transformada em carbono-12. Por isso, esse tempo é chamado de meia-vida. A meia-vida do carbono-14 é tão curta que ele apenas pode ser usado para medir restos de organismos que viveram até 70.000 anos atrás.  Para organismos mais antigos usa-se o mesmo processo, mas torna-se necessário recorrer a outro elemento radioativo, de meia-idade mais longa como referência.

Esqueletos no setor da morte no Museu Arqueológico de Xingó


Fontes: